Relatório e Contas 2025

Ambiente

Compromissos 2024-2026 – Ambiente

Tópico/Código ESRS

 

Materialidade

 

Compromisso

 

Progresso

Alterações climáticas
[ESRS E1-4]

 

material

 

Reduzir as emissões de carbono de âmbitos 1 e 2 do Grupo, em termos absolutos, em pelo menos 10% até 2026, face a 2021. Este compromisso está alinhado com o objetivo baseado na ciência para o curto-prazo submetido por Jerónimo Martins à Science Based Targets initiative.

 

Em progresso.
Em 2025, as emissões de carbono de âmbitos 1 e 2 do Grupo, em termos absolutos, foram 18,4% inferiores às de 2021.

Alterações climáticas
[ESRS E1-4]

 

material

 

Reduzir em 5% as emissões de carbono resultantes do transporte de mercadorias para as lojas (em toneladas de CO2e por palete transportada) até 2026, face a 2021.

 

Em progresso.
Em 2025, a redução das emissões de carbono resultantes do transporte de mercadorias para as lojas (em toneladas de CO2e por palete transportada), foi de 7,7%, face a 2021

Alterações climáticas
[ESRS E1-4]

 

material

 

Envolver, no período 2024-2026, pelo menos cinco entre os principais 100 fornecedores em termos de produtos comprados por cada Companhia para colaborar na definição de estratégias para a redução das emissões de âmbito 3.

 

Em progresso.
Em 2025, foram contactados 52 dos principais fornecedores da Biedronka, Pingo Doce, Recheio, Ara, Hebe e JMA no âmbito do nosso plano de redução das emissões de âmbito 3. No período 2024-2025 já contactámos 72 dos principais fornecedores.

Alterações climáticas
[ESRS E1-4]

 

material

 

Reduzir o consumo de energia em 10% (por 1.000€ de vendas) até 2026, face a 2021.

 

Em progresso.
Em 2025, a redução do consumo de energia, por mil euros de vendas, foi de 32%, face a 2021.

Poluição
[ESRS E2-3]

 

non-material

 

Garantir que o número de localizações com certificação ambiental é de pelo menos 70% do total de centros de distribuição e unidades industriais/semelhantes*.

 

Em progresso.
Em 2025, 65% dos centros de distribuição (CD) e unidades industriais tinham certificação ambiental ISO 14001. Na Polónia, esta certificação foi renovada nos 17 CD e na fábrica de sopas da Biedronka. Em Portugal, a fábrica de massas frescas, a Terra Alegre, cinco CD e as cozinhas centrais do Pingo Doce também mantiveram a certificação e, na JMA, certificámos duas unidades industriais. Na Colômbia, a Ara manteve a certificação em dois CD.

 

 

* Incluindo fábrica de massas frescas, cozinhas centrais, fábrica de sopas, fábrica de laticínios Terra Alegre e unidades de embalamento.

 

Recursos hídricos e marinhos
[ESRS E3-4]

 

non-material

 

Reduzir o volume de água captada nas atividades de distribuição em 10% (por 1.000€ de vendas), até 2026, face a 2021.

 

Em progresso.
Em 2025, a redução do volume de água captada nas atividades de distribuição, por 1.000€ de vendas, foi de 24%, face a 2021.

Recursos hídricos e marinhos
[ESRS E3-4]

 

non-material

 

Definir e implementar um plano de mitigação e adaptação para melhorar a eficiência na utilização da água e gerir a sua escassez durante os períodos de baixa precipitação nas unidades da JMA, divulgando publicamente os progressos realizados.

 

Em progresso.
Em 2025, no âmbito do roteiro definido no seu Plano de Gestão da Água, a JMA começou a monitorizar os furos de água existentes nas unidades de produção agroalimentar.

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Na Colômbia, Polónia e Portugal apoiar e/ou implementar, no período 2024-2026, pelo menos dois projetos de conservação da natureza e de proteção da biodiversidade, alinhado com o Protocolo Kunming-Montreal Global Diversity, e divulgar anualmente os seus resultados.

 

Em progresso.
Em 2025, apoiámos 12 projetos de conservação da natureza (7 em Portugal, 3 na Polónia, 2 na Colômbia).

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Contribuir para os objetivos da Forest Positive Coalition of Action do The Consumer Goods Forum. No âmbito dos nossos produtos de Marca Própria e perecíveis foram definidos os seguintes objetivos:

  • DCF: Até 2025, garantir que o óleo de palma, a soja, o papel e a madeira e a carne bovina nos nossos produtos de Marca Própria e perecíveis não estão associados nem à desflorestação nem à conversão de ecossistemas (DCF – Deforestation and Conversion Free).
  • Óleo de palma:
    • continuar a assegurar que em Portugal e na Polónia 100% do óleo de palma possui certificação RSPO e estender este compromisso, progressivamente, aos derivados de óleo de palma.
    • na Colômbia garantir o cumprimento do “Acuerdo de Voluntades para la Deforestación Cero en la Cadena de Palma en Colombia” (Acordo Voluntário para a Desflorestação Zero na Cadeia de Óleo de Palma da Colômbia) do governo colombiano, garantindo, até 2026, que o óleo de palma de origem colombiana utilizado nas Marcas Próprias e nos produtos perecíveis é rastreável até à exploração agrícola onde foi produzido e não está associado a desflorestação, e que 100% do óleo de palma de origem não colombiana utilizado nas Marcas Próprias e nos produtos perecíveis é certificado pela RSPO.
  • Soja: até 2025, assegurar que 100% da soja direta e indireta é rastreável pelo menos até ao país de origem e que sempre que sejam provenientes de locais onde o risco não é negligenciável, a soja é rastreada até ao município de origem e/ou que tem certificação de sustentabilidade (ex.: RTRS ou Proterra).
  • Papel e madeira: trabalhar com os fornecedores de produtos de Marca Própria e perecíveis para assegurar a certificação (FSC® ou PEFC) em 95% das fibras virgens utilizadas nos produtos e em 80% das fibras virgens utilizadas nas nossas embalagens até 2026.
  • Carne bovina: assegurar que 100% da carne bovina de Marca Própria ou perecíveis é rastreada até pelo menos ao país de origem e que sempre que seja proveniente de locais onde o risco não é negligenciável é assegurada a rastreabilidade até ao nível da quinta de produção.

 

Em progresso.

  • DCF – Deforestation and Conversion Free:
    Em 2025 tivemos o seguinte desempenho nas nossas Marcas Próprias e perecíveis:
    • Óleo de palma: 87%
    • Soja: 32%
    • Papel e madeira: 95%
    • Carne bovina: 96%
  • Óleo de palma: As Companhias em Portugal e Polónia mantiveram a certificação RSPO em 100% do óleo de palma utilizado. Na Colômbia, a Ara rastreou a origem de 94% do óleo de palma até à exploração agrícola onde foi produzido. 90% do óleo de palma utilizado na Marca Própria e perecíveis da Ara foi produzido na Colômbia, 41% do qual detinha certificação, e 1% do óleo de palma que não era proveniente da Colômbia tinha certificação RSPO.
  • Soja: Mapeámos a origem, pelo menos até ao país de produção, de 97% do total de soja presente nas nossas cadeias de abastecimento. 72% da soja de origem conhecida é proveniente de países com risco de desflorestação, 16% da qual apresentava certificação.
  • Papel e madeira: 94% das fibras virgens utilizadas nos nossos produtos de Marca própria e 83% das utilizadas nas nossas embalagens detinham certificação de sustentabilidade.
  • Carne bovina: Rastreámos toda a carne bovina utilizada nos produtos de Marca Própria e perecíveis até, pelo menos, ao país de origem. Apenas 4% teve origem em países com risco não negligenciável.

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Até 2026, analisar o estado de sustentabilidade de pelo menos 80% das vendas de pescado (em kg) de Marca Própria e perecíveis, divulgando publicamente o progresso.

 

Em progresso.
Em 2025, analisámos mais de 80% das vendas de pescado (em kg) de Marca Própria e perecíveis na Ara, Biedronka, Pingo Doce e Recheio. Identificámos as dez zonas de captura mais representativas e concluímos que: i) 52% do pescado proveniente destas origens não possui risco de conservação; ii) 28% está classificado com o nível de risco de conservação mais baixo (Vulnerável); iii) cerca de 20% não se encontrava avaliado ou os dados sobre o seu estado de conservação eram insuficientes.

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Até 2026, garantir que 100% do atum capturado na natureza nos nossos produtos de Marca Própria e perecíveis é rastreável até à embarcação.

 

Em progresso.
Em 2025, conseguimos rastrear 90% do nosso consumo de atum na Marca Própria e perecíveis até ao nível da embarcação (mais 36 p.p. face a 2024).

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Eliminar, até 2025, a venda de ovos frescos de Marca Própria provenientes de galinhas enjauladas.

 

Cumprido.
Em 2025, 98% dos ovos frescos de Marca Própria vendidos foram provenientes de galinhas não enjauladas. O Pingo Doce atingiu este objetivo em 2019, a Biedronka em 2022 e, no final do ano, o Recheio deixou de vender ovos frescos de galinhas enjauladas. A Ara não tem ovos frescos de Marca Própria no seu sortido.

Biodiversidade e ecossistemas
[ESRS E4-4]

 

non-material

 

Em Portugal e na Polónia, assegurar, até 2026, que pelo menos 90% dos ovos utilizados como ingrediente nos produtos de Marca Própria são provenientes de galinhas não-enjauladas.

 

Em progresso.
Em 2025, pela primeira vez, foi possível monitorizar o indicador através do cálculo de toneladas de ovos utilizadas como ingrediente. Na Polónia, desde 2022 que a Biedronka utiliza ovos de galinhas não enjauladas em 100% do sortido de Marca Própria que contém ovo como ingrediente. Em Portugal, o Pingo Doce e o Recheio terminaram 2025 com 74% e 61%, respetivamente. A Ara terminou o ano com 87%.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Garantir que pelo menos 25% das embalagens dos produtos de Marca Própria são incluídas no projeto de Ecodesign até 2026, considerando o sortido de 2023.

 

Cumprido.
Em 2025 foram finalizados 633 projetos de ecodesign de embalagens de produtos de Marca Própria. O valor acumulado, desde 2011, corresponde a 2.980 embalagens desenvolvidas de acordo com estratégias de ecodesign, o que corresponde a 32,7% do sortido de 2023.
Com este objetivo focamos os esforços na redução de materiais das nossas embalagens e no aumento da reciclagem na cadeia de valor.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Reduzir em 10%, até 2025, o consumo específico de plástico, medido em toneladas de embalagens de plástico por milhão de euros de vendas, face a 2018.

 

Cumprido.
Em 2025, a redução do consumo específico de embalagens de plástico (toneladas por milhão de euros de vendas) foi de 45%, face a 2018.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Aumentar o teor de plástico reciclado nas embalagens de plásticas sob nossa responsabilidade (Marca Própria, embalagens de serviço, sacos para transporte de compras e filme de paletização) para 25% até 2025.

 

Não cumprido.
Em 2025, o conteúdo de plástico reciclado nas embalagens plásticas foi de 14,4%, 10,6 p.p. abaixo do objetivo traçado. Com este objetivo focamos os esforços na redução do consumo de materiais virgens e utilização de materiais reciclados na cadeia de valor.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Até ao final de 2026, assegurar uma taxa anual de valorização de resíduos de pelo menos 85% face ao volume total de resíduos produzidos.

 

Em progresso.
Em 2025, a taxa de valorização de resíduos foi 86,5% (1,7 p.p. acima da meta definida para o triénio 2024-2026). Com este objetivo focamos os esforços das operações no aumento da reciclagem na cadeia de valor.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Limitar o desperdício alimentar anual a 2,5% do total do volume de vendas (em toneladas) de géneros alimentícios, no período de 2024 a 2026.

 

Em progresso.
Em 2025, o desperdício alimentar foi de 1,8% do total do volume de vendas e desperdiçados (em toneladas) de géneros alimentícios.

Utilização dos recursos e economia circular
[ESRS E5-3]

 

material

 

Aumentar em 10% a quantidade de alimentos recuperados nas operações próprias e na cadeia de abastecimento, nomeadamente através de doações de alimentos, vendas com desconto de produtos alimentares que se aproximam do prazo de validade, recuperação de alimentos não calibrados dos agricultores e sobras das operações próprias e recuperação de alimentos desperdiçados para alimentação animal e processamento biológico, até 2026, em comparação com 2023.

 

Em progresso.
Em 2025 a quantidade de alimentos recuperados nas operações próprias e na cadeia de abastecimento foi 41% maior do que em 2023.

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