Relatório e Contas 2025

As nossas ações de redução de emissões de carbono

No âmbito da execução do nosso Plano de Transição Climática, implementámos um conjunto de ações como alavancas da nossa descarbonização, das quais destacamos, para a redução das emissões de âmbitos 1, 2 e 3:

  • a transição para gases refrigerantes naturais e com baixo potencial de aquecimento global (âmbito 1);

  • o investimento em fontes de energias renováveis e o aumento da eficiência energética das nossas lojas (âmbitos 1 e 2);

  • a transição dos combustíveis fósseis e o aumento da eficiência logística (âmbitos 1, 2 e 3);

  • a promoção da economia circular1 (âmbito 3);

  • a implementação de um programa de envolvimento com os principais fornecedores das Companhias com o objetivo de redução das emissões de GEE do Grupo associadas à aquisição e vendas de produtos (âmbito 3).

As imagens abaixo ilustram o plano de redução previsto para as emissões de GEE dos âmbitos 1 e 2 para os períodos até 2045.

Plano de redução previsto para as emissões de GEE dos âmbitos 1 e 2 até 2033.

Plano de redução previsto para as emissões de GEE dos âmbitos 1 e 2 até 2033 (gráfico de barras)

Plano de redução previsto para as emissões de GEE dos âmbitos 1 e 2 até 2045.

Plano de redução previsto para as emissões de GEE (escopos 1 e 2) até 2045 (gráfico de barras)

Informação adicional está detalhada em Apêndice 3 “Emissões totais de GEE desagregadas por âmbito 1 e 2 e por emissões significativas de âmbito 3”.

Gestão de gases de refrigeração

No negócio de distribuição alimentar, no qual nos distinguimos pela qualidade da oferta de perecíveis especializados, os sistemas de frio e climatização assumem uma importância central. Estes sistemas são essenciais na garantia da qualidade, segurança e preservação dos alimentos, desempenhando também um papel determinante no combate ao desperdício alimentar.

Contudo, a utilização do frio e climatização implica consumir energia e, devido às fugas decorrentes da sua operacionalização, são também emitidos gases com efeito de estufa. É para reduzir estes efeitos que investimos em equipamentos mais eficientes. No âmbito da gestão das emissões de carbono associadas à utilização de gases refrigerantes nestes sistemas, são também instaladas tecnologias de controlo de fugas e, sempre que possível, e de forma voluntária, optamos por gases de refrigeração naturais nas instalações de frio industrial ou com baixo PAG nas instalações de aquecimento, ventilação e ar condicionado.

Estabelecimentos que utilizam gases de refrigeração naturais

Estabelecimentos que utilizam gases de refrigeração naturais

 

 

Número

 

Progresso1

Tipo de estabelecimento

 

2025

 

2024

 

2025

 

2024

Lojas – sistema de frio central

 

3.917

 

3.439

 

64%

 

*60%

Lojas – equipamento autónomo

 

5.681

 

5.238

 

93%

 

*92%

Centros de distribuição e unidades industriais – sistema de frio central

 

27

 

25

 

73%

 

69%

*

Valor corrigido em função de uma atualização dos cálculos.

1

Grau de cobertura face ao total de estabelecimentos.

Um colaborador a digitalizar um produto em frente à secção de laticínios numa loja Pingo Doce (foto)

Em resultado de um processo de inventariação e sistematização de equipamentos nos nossos estabelecimentos, foi possível apurar com maior precisão o progresso na utilização de gases de refrigeração naturais ou de baixo potencial aquecimento global. Em 2025, 73% dos centros de distribuição e unidades industriais e 64% das lojas utilizavam estes gases nas centrais de frio. As unidades autónomas de frio, como arcas congeladoras, encontram-se em 93% das nossas lojas (3.658 na Biedronka, 1.511 na Ara, 472 no Pingo Doce e 40 no Recheio), fruto do investimento que temos vindo a fazer ao longo do tempo. O investimento contínuo em sistemas de refrigeração com gases naturais ou de baixo potencial de aquecimento global permite reduzir as emissões diretas associadas a fugas de refrigerantes e o consumo de eletricidade através de equipamentos mais eficientes, estimando-se um potencial de mitigação superior a 61 mil toneladas de CO2e.

Eficiência energética e energias renováveis

Para reduzir as nossas emissões de carbono associadas ao consumo de energia, implementámos um conjunto de boas-práticas. O plano de remodelações e aberturas de lojas inclui soluções como:

  • tecnologias de geração de energia renovável;

  • sistemas de controlo e gestão de energia;

  • tecnologias de refrigeração e arcas congeladoras eficientes;

  • iluminação eficiente.

Energias renováveis

Energias renováveis

 

 

Número de edifícios

 

Energia (GJ/ano)

 

Poupança1 (t CO2e/ano)

Tecnologia

 

2025

 

2024

 

2025

 

2024

 

2025

 

2024

Painéis fotovoltaicos para autoconsumo

 

2.721

 

2.101

 

490.992

 

295.776

 

64.619

 

35.567

Biedronka

 

2.209

 

1.804

 

350.930

 

202.420

 

59.169

 

31.604

Ara

 

368

 

249

 

52.648

 

26.307

 

2.588

 

818

Pingo Doce2

 

56

 

36

 

65.772

 

48.820

 

2.153

 

2.287

Recheio

 

10

 

10

 

12.124

 

11.836

 

397

 

558

JMA

 

8

 

2

 

9.518

 

6.393

 

312

 

300

Postes de iluminação e sistema de vigilância alimentados por painéis fotovoltaicos e/ou aerogeradores

 

8

 

9

 

581

 

584

 

27,0

 

27,7

Pingo Doce2

 

1

 

1

 

130

 

130

 

4,0

 

6,0

Recheio

 

5

 

5

 

439

 

439

 

21,0

 

21,0

Biedronka

 

1

 

1

 

9

 

10

 

1,9

 

0,4

JMA

 

1

 

2

 

3

 

6

 

0,1

 

0,3

Coletores solares para aquecimento das águas sanitárias e/ou utilização no sistema de ar condicionado

 

13

 

16

 

2.593

 

3.952

 

87

 

185

Pingo Doce2

 

6

 

7

 

1.852

 

3.399

 

61

 

159

Recheio

 

4

 

7

 

118

 

489

 

6

 

23

JMA

 

3

 

2

 

623

 

64

 

20

 

3

Sistemas de recuperação geotérmica

 

48

 

20

 

7.853

 

4.467

 

1.147

 

697

Biedronka (bombas de calor)

 

47

 

20

 

6.547

 

4.467

 

1.104

 

697

JMA

 

1

 

 

1.307

 

 

43

 

1

Estes valores refletem a atualização dos fatores de emissão da eletricidade (baseadas no mercado).

2

Para cálculo dos indicadores ambientais reportados neste subcapítulo, os centros de distribuição, edifícios centrais e camiões utilizados na distribuição de mercadorias em Portugal, foram contabilizados no Pingo Doce.

Imagem aérea de um Pingo Doce com painéis solares nos telhados do parque de estacionamento (foto)

Em 2025, em linha com os planos de investimento das Companhias e com os objetivos que definimos no nosso Plano de Transição Climática, continuámos a avançar na instalação de painéis fotovoltaicos para autoconsumo, em particular na Polónia e na Colômbia. O investimento em produção de energia renovável e em equipamentos mais eficientes garantiu a produção de mais de 502 mil GJ, um aumento de 64% face a 2024.

Desde julho de 2018 que as operações das nossas insígnias em Portugal são alimentadas com eletricidade proveniente de fontes renováveis através da aquisição de Garantias de Origem (GO) para mais de 1,9 milhões GJ – o que equivale a evitar quase 60 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente. A Biedronka, através da aquisição de GO e de um contrato de aquisição virtual de energia (VPPA) solar fotovoltaica garantiu a origem de mais de 527 mil GJ e evitou a emissão de 89 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente. Em 2025, os investimentos em painéis fotovoltaicos, em GO e outras tecnologias de origem renovável nas diferentes Companhias evitaram a emissão de 214 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente.

A sensibilização dos colaboradores para a valorização dos resíduos e a utilização eficiente da água e da energia também contribuiu para o desempenho ambiental dos nossos estabelecimentos. O projeto “Equipas para Gestão dos Consumos de Água e Energia”, iniciado em 2011 nas lojas Pingo Doce e Recheio, permitiu reduzir os consumos de água em 440 mil m3 e os de energia em 103 mil MWh, o que equivale a uma poupança acumulada de mais de 11,9 milhões de euros2. No Pingo Doce, as ações destas equipas estão enquadradas na iniciativa “Todos pelo Ambiente”. O projeto “Let’s Go Green”, desenvolvido em 2015 com os mesmos objetivos, abrange os edifícios de escritórios em Portugal, Polónia e Colômbia.

O investimento em eficiência energética, produção de energia renovável para autoconsumo e gases refrigerantes de baixo PAG ultrapassou os 790 milhões de euros desde 2017, sendo que em 2025 registou-se um investimento de 100 milhões euros, traduzindo o nosso foco reforçado na redução do consumo de energia e das emissões de carbono. O nosso período de recuperação tem uma média de três anos e já evitou a emissão de mais de 1,25 milhões de toneladas de CO2e.

Nos próximos anos, e com vista ao cumprimento dos nossos objetivos de curto prazo para os âmbitos 1 e 2, a implementação de medidas de descarbonização continuará alinhada com os planos de investimento das Companhias. Em termos de despesas operacionais, iremos manter as nossas iniciativas de aquisição de energia renovável através de Garantias de Origem (GO), Contratos de Aquisição de Energia (PPA) e Contratos de Aquisição Virtual de Energia (VPPA), que incentivam o investimento na instalação de nova capacidade de geração de energia renovável.

Informação adicional sobre o CapEx associado a estas atividades está detalhada em “Divulgações nos termos do artigo 8.º do Regulamento (UE) 2020/852 (Regulamento Taxonomia)”.

Combustíveis fósseis e o aumento da eficiência logística

O nosso plano para reduzir as emissões de carbono associadas ao consumo de combustíveis fósseis nas operações e na logística passa por:

  • aumentar a incorporação de veículos elétricos e/ou híbridos plug-in na nossa frota e aumentar a utilização de biocombustíveis e hidrogénio;

  • diminuir progressivamente a utilização de combustíveis fósseis nas operações através da eletrificação dos equipamentos e/ou da utilização de biocombustíveis;

  • melhorar a eficiência dos processos logísticos.

Em 2025, 12,2% da nossa frota de veículos ligeiros em Portugal e 0,9% na Polónia eram elétricos ou híbridos, em linha com os valores de 2023 (11,7% em Portugal e 0,8% na Polónia). Na Eslováquia e na Colômbia, os veículos existentes são de combustão.

Operações de backhauling e fronthauling

Para melhorar a eficiência dos processos logísticos, estamos a otimizar as rotas de distribuição – por via do backhauling3 e fronthauling4 – e a aumentar o investimento em camiões mais eficientes.

Um camião numa estrada visto de cima, com uma densa floresta de ambos os lados (foto)

Em 2025, as operações de backhauling evitaram que fossem percorridos 46,7 milhões de quilómetros, mais 6 milhões de quilómetros do que em 2024 (3%), contribuindo para a redução de 40.920 toneladas de dióxido de carbono equivalente. A Colômbia continua sem progressos significativos neste projeto, devido quer à limitada disponibilidade de espaço nos camiões para reforçar a logística inversa quer à distância a que os fornecedores ficam das rotas de retorno. O backhauling ainda não foi implementado na Eslováquia, dada a dimensão reduzida da operação, com poucas lojas e apenas um centro de distribuição.

Backhauling

Milhares de km evitados

As operações de backhauling: Milhares de KM evitados (gráfico de barras)
* Valor corrigido face ao valor reportado 2024

Emissões evitadas

(t CO2e)

As operações de backhauling: Emissões evitadas (t CO2e) (gráfico de barras)

O fronthauling, que apenas existe em Portugal, poupou 114 mil quilómetros (menos 24,2% do que em 2024) e evitou a emissão de 100 toneladas de dióxido de carbono equivalente.

Na Ara, o projeto de transporte de mercadorias não paletizadas, focado na otimização das cargas entre instalações dos fornecedores e centros de distribuição, gerou uma poupança superior a 600 mil quilómetros (menos 40% comparativamente a 2024), evitando a emissão de 1.034 toneladas de dióxido de carbono equivalente. Já o projeto by-truck – que utiliza atrelados adicionais para abastecer as lojas mais distantes – evitou 2,6 milhões de quilómetros (mais 29,4% do que em 2024), o que corresponde a uma redução de 2.082 toneladas de dióxido de carbono equivalente.

Distribuição das viaturas de transporte de mercadorias pelas normas Euro

Distribuição das viaturas de transporte de mercadorias pelas normas Euro (gráfico de barras)

Em 2025, dispusemos de mais 386 camiões Euro VI do que em 2024, mantendo a larga maioria da frota a que recorremos dentro das normas Euro V e Euro VI (96% do total, mais 1 p.p. do que em 2024). Na Colômbia, a frota passou a incluir 30 camiões Euro VI, o que permitiu diminuir a quantidade de camiões das normas Euro V ou inferior.

Em 2025, reduzimos em 6,9% face a 2021 (ano de referência) as emissões de carbono (por mil paletes) associadas ao transporte de mercadorias para as lojas. O nosso objetivo é, até ao final de 2026, reduzir em 5% as emissões de dióxido de carbono equivalente, por mil paletes transportadas, face a 2021.

Emissões de carbono associadas ao transporte de paletes

Emissões de carbono associadas ao transporte de paletes

 

 

2021

 

2024

 

20251

Transporte de mercadorias para as lojas (km)

 

249.551.570

 

263.407.687

 

268.965.377

Transporte de mercadorias para as lojas (t CO2e)

 

205.375

 

214.794

 

218.270

Emissões de carbono por 1.000 paletes transportadas
(t CO
2e/1.000 paletes transportadas)

 

5,57

 

5,22

 

5,14

1

O valor de 2025 inclui informação da Biedronka Eslováquia.

Descarbonização da logística

Em 2025, consolidámos o nosso percurso de descarbonização na logística – reconhecido a nível europeu – ao reforçar a posição na iniciativa Lean & Green, cujo objetivo é alcançar a neutralidade carbónica nas atividades logísticas até 2050.

O Recheio conquistou a sua primeira estrela Lean & Green após reduzir as emissões de carbono em 25,1% entre 2021 e 2024, medidas em toneladas de CO2e por mil paletes movimentadas, e com validação por auditoria independente. A Terra Alegre obteve a segunda estrela Lean & Green, em resultado da redução acumulada de 30,5% das emissões de CO2e no âmbito logístico entre 2022 e 2024 e da elevada qualidade da informação reportada, tendo beneficiado também do nosso compromisso assumido de cooperar com parceiros logísticos.

Estes resultados assentam nos marcos alcançados em 2024, quando o Pingo Doce se afirmou como referência de excelência ao ser a primeira empresa em Portugal e a quarta na Europa a conquistar as quatro estrelas Lean & Green, na sequência de uma redução de 55% das emissões de CO2e nas suas operações logísticas em Portugal Continental face a 2018.

A Biedronka também se destacou em 2024, ao ser distinguida com a segunda estrela Lean & Green (obtivera a primeira em 2022). Este reconhecimento surge na sequência de uma redução adicional de 12% das emissões de carbono entre 2021 e 2023, mantendo a redução inicial de 20%, e abrange 12 centros de distribuição responsáveis por mais de 65% do volume transportado pela Companhia.

1 Informação sobre as nossas ações de promoção da economia circular encontra-se na “Utilização dos recursos e economia circular”.

2 Valor calculado com base em relatórios regulares de benchmarking interno do qual foram excluídas as lojas remodeladas em 2024 e 2025 pelo facto de os consumos não serem comparáveis.

3 Após entrega de produtos nas nossas lojas, a rota de regresso inclui a passagem pelas instalações de fornecedores do Grupo para recolher mercadorias e transportá-las até ao centro de distribuição.

4 Após a entrega de produtos nos nossos centros de distribuição, a rota de regresso dos fornecedores às suas instalações inclui a passagem pelas lojas do Grupo para entregar mercadoria. Este projeto só existe em Portugal.

Backhauling
Após a entrega de produtos nas lojas, a rota de regresso dos camiões da Companhia inclui uma paragem nas instalações de fornecedores do Grupo para recolher mercadorias e transportá-las até ao centro de distribuição.
Bens perecíveis
Produtos com um prazo de validade limitado e que requerem um armazenamento adequado para evitar que se estraguem, por exemplo, frutas frescas, vegetais, alimentos prontos a consumir, carne e peixe vendidos ao balcão e produtos lácteos.
CapEx - Capital expenditure (Despesas de capital)
Os fundos que uma empresa investe na aquisição, modernização e manutenção de ativos físicos, como propriedades, fábricas, edifícios, tecnologia e equipamento. Muitas vezes, estes investimentos são realizados para estimular o crescimento, aumentar a eficiência ou lançar novas iniciativas.
Descarbonização
O processo de redução ou eliminação das emissões de dióxido de carbono (CO₂) e de outros gases com efeito de estufa (GEE) provenientes de atividades humanas. O objetivo principal é atingir emissões zero líquidas até 2050, o que significa equilibrar a quantidade de GEE emitida com a quantidade removida da atmosfera.
Dióxido de carbono equivalente (CO2e)
Uma medida métrica utilizada para comparar as emissões de vários gases com efeito de estufa com base no seu potencial de aquecimento global, convertendo as quantidades de outros gases na quantidade equivalente de dióxido de carbono com o mesmo potencial de aquecimento global.
Fronthauling
Depois de entregarem os produtos nos centros de distribuição do cliente, os veículos dos fornecedores regressam às suas instalações, parando nas lojas do cliente para entregarem as mercadorias.
Gases com efeito de estufa (GEE)
Um grupo de gases que contribui para o aquecimento global e para as alterações climáticas. O Protocolo de Quioto, um acordo ambiental adotado por muitas dos países na Convenção das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas em 1997 para travar o aquecimento global, abrange sete gases com efeito de estufa: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluorocarbonetos (HFC), perfluorocarbonetos (PFC), hexafluoreto de enxofre (SF₆) e trifluoreto de azoto (NF₃).
Gases de refrigeração
Os gases de refrigeração, ou refrigerantes, são substâncias utilizadas nos sistemas de refrigeração e ar condicionado para transferir calor e criar arrefecimento. Estes gases mudam da fase de líquido para gás e vice-versa, absorvendo e libertando calor durante o processo. Os tipos comuns de gases de refrigeração incluem clorofluorocarbonetos (CFC), hidroclorofluorocarbonetos (HCFC), hidrofluorocarbonetos (HFC) e refrigerantes naturais.
Gases de refrigeração naturais
Substâncias utilizadas em sistemas de refrigeração naturais que ocorrem naturalmente no ambiente. São vistas como alternativas mais amigas do ambiente aos refrigerantes sintéticos devido ao seu menor potencial de aquecimento global (GWP). Os refrigerantes naturais comuns incluem amoníaco (NH₃), dióxido de carbono (CO₂), hidrocarbonetos (p. ex., propano, isobutano), água (H₂O) e ar.
Neutralidade em carbono
Quando uma entidade compensa as suas emissões de dióxido de carbono através da remoção de uma quantidade igual de dióxido de carbono da atmosfera.
Potencial de aquecimento global (GWP)
Uma medida utilizada para comparar o impacto de diferentes gases com efeito de estufa no aquecimento global durante um determinado período, geralmente 100 anos. O GWP indica a quantidade de calor que um gás com efeito de estufa retém na atmosfera, em comparação com o dióxido de carbono (CO2), que tem um GWP de 1. Por exemplo, o metano (CH₄) tem um GWP de cerca de 27-30 ao longo de 100 anos, o que significa que é 27-30 vezes mais eficaz a reter o calor do que o dióxido de carbono.

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