Relatório e Contas 2025

Gestão de impactos, riscos e oportunidades (IRO) e análise de dupla materialidade

Em 2023, a Direção de Sustentabilidade e Relações ESG, que é parte integrante da Direção de Comunicação e Responsabilidade Corporativas, levou a cabo a primeira análise de dupla materialidade do Grupo, de acordo com a versão preliminar dos requisitos estabelecidos pela CSRD da UE e pelas ESRS. Este processo começou com a identificação de uma lista preliminar de tópicos materiais potenciais e dos seus impactos, riscos e oportunidades (IRO).

Em seguida, foi realizada uma auscultação de stakeholders para recolher contributos sobre como é percebido e avaliado o impacto das nossas atividades em diferentes tópicos de sustentabilidade. Esta análise recolheu informação de mais de 16.600 stakeholders de nove grupos distintos1 – na Polónia, em Portugal e na Colômbia – para avaliar a materialidade de impacto ao longo da nossa cadeia de valor, considerando tanto a severidade (escala, âmbito e irremediabilidade do impacto) como a probabilidade de ocorrência. Para além dos contributos destes stakeholders, a matriz de impacto também teve em conta expertise interna e externa. As questões financeiras materiais foram identificadas utilizando o sistema de gestão de risco do Grupo2. A análise considerou riscos e oportunidades ao longo da cadeia de valor, com base na sua magnitude (potencial impacto financeiro nas vendas e nos custos) e na probabilidade de ocorrência.

No final, o exercício foi também validado por quadros superiores e membros da Direção Executiva, aprovado na Comissão de Governo da Sociedade e de Responsabilidade Corporativa e, posteriormente, comunicado nos Comités de Sustentabilidade das Companhias3. Com base nas conclusões, identificaram-se os tópicos e subtópicos materiais, de que resultaram os requisitos obrigatórios de divulgação de sustentabilidade para o Relatório e Contas de 2023.

Em 2024, com a ajuda de uma consultora especializada externa e independente, revimos este estudo de acordo com a versão final das ESRS4 e as versões finais das orientações de aplicação publicadas, em maio de 2024, pelo EFRAG (European Financial Reporting Advisory Group). Por se considerar desnecessária, não foi levada a cabo uma nova auscultação de stakeholders em 2024, tendo-se considerado as conclusões do exercício de 2023. Os IRO foram novamente analisados e complementados com investigação documental e análise de referência que considerou a informação publicamente disponível de 16 empresas do sector do retalho alimentar (como, por exemplo, os relatórios de sustentabilidade, os relatórios anuais e os websites corporativos) relativamente aos seus processos de dupla materialidade em conformidade com as ESRS. Este processo de revisão de materialidade encontra-se atualizado e vigente em 2025.

Após a identificação das normas temáticas materiais, a materialidade foi avaliada ao nível dos requisitos de divulgação e dos datapoints. O processo de avaliação de materialidade e a utilização de limiares estão descritos nas secções “Governo e Estratégia” e “Gestão de impactos, riscos e oportunidades e análise de dupla materialidade”.

Maçãs frescas com autocolantes da Biedronka numa caixa (foto)

A metodologia aplicada no processo de revisão de dupla materialidade do Grupo privilegiou a análise dos impactos avaliando a severidade com base na escala, âmbito, irremediabilidade e probabilidade, com recurso a uma classificação numérica de 1 a 5. A priorização dos impactos negativos resulta da média entre as variáveis escala, âmbito, irremediabilidade e probabilidade de ocorrência, cumprindo regras diferenciadas para impactos atuais e potenciais. Já o impacto positivo resulta da média entre as variáveis escala, âmbito e probabilidade para impactos atuais ou potenciais.

No âmbito financeiro, asseguramos o alinhamento com a Matriz de Risco do Grupo descrita no ponto 54 “Descrição do Processo de Identificação, Avaliação, Acompanhamento, Controlo e Gestão de Riscos”, que recorre a uma escala numérica de 1 a 5 e avalia critérios como probabilidade e impacto para hierarquizar riscos e oportunidades.

Dada a integração da sustentabilidade na estratégia de negócio, não existe uma hierarquia distinta entre os riscos de sustentabilidade e os restantes riscos identificados (ex., operacionais, financeiros e comerciais). Pela sua natureza indissociável, os riscos são avaliados de forma integrada.

Foram ainda fixados limiares explícitos para materialidade de impacto e materialidade financeira aplicados uniformemente na decisão final. A metodologia inclui ainda ponderações entre stakeholders, os contributos internos do Grupo e a consultora especializada externa e independente.

A identificação dos IRO foi realizada considerando as nossas diferentes áreas de negócio (distribuição alimentar, retalho especializado e agroalimentar) e os três países mais relevantes (Polónia, Portugal e Colômbia), permitindo capturar particularidades operacionais e contextuais que influenciam o risco de ocorrência de impactos adversos. Cada impacto foi ainda avaliado quanto à sua ligação às etapas relevantes da cadeia de valor (a montante, operações e a jusante), assegurando que relações comerciais e atividades mais sensíveis, como cadeias de abastecimento extensas ou dependências de matérias-primas críticas, fossem tratadas com maior detalhe. O processo incluiu também análise de benchmarks, normativas sectoriais e tendências de risco em cada mercado, refletindo fatores externos e pressões regulatórias que podem aumentar a probabilidade ou severidade do impacto, garantindo que áreas, atividades ou contextos suscetíveis de gerar impactos adversos são identificados e tratados de forma proporcional ao risco.

No total, foram identificados 145 IRO nesta revisão, discriminados da seguinte forma:

Impactos, riscos e oportunidades totais considerados

 

 

 

 

Direção

 

Ocorrência

 

Horizonte temporal

 

Relevância
na cadeia de valor
1

Impactos, riscos e oportunidades

 

Total

 

Positiva

 

Negativa

 

Real

 

Potencial

 

Curto prazo

 

Médio prazo

 

Longo prazo

 

A montante

 

Operações próprias

 

A jusante

Impactos

 

62

 

31

 

31

 

38

 

24

 

24

 

20

 

6

 

43

 

61

 

29

Riscos

 

47

 

n.a.

 

n.a.

 

n.a.

 

n.a.

 

11

 

26

 

10

 

24

 

47

 

11

Oportunidades

 

36

 

n.a.

 

n.a.

 

n.a.

 

n.a.

 

11

 

18

 

7

 

17

 

36

 

15

1

Os mesmos IRO podem ser identificados (total ou parcialmente) para diferentes níveis da nossa cadeia de valor, justificando assim um número de IRO superior ao indicado na coluna com o total.

A avaliação dos IRO teve em conta diferentes horizontes temporais (curto, médio e longo prazo) e a fase da cadeia de valor em que podem ocorrer. Dos 145 IRO analisados, 21 foram avaliados como materiais. Foram identificados 35 subtópicos ESG, dos quais 10 foram considerados materiais para o Grupo Jerónimo Martins, de acordo com os nossos limiares internos, nomeadamente os intervalos aplicáveis aos nossos processos de gestão de risco corporativo.

Impactos, riscos e oportunidades associados a tópicos materiais para Jerónimo Martins

Tópico

 

Tópico ESRS

 

Subtópico material1

 

Impactos

 

Horizonte temporal

 

Riscos

 

Oportuni­dades

 

Relevância na
cadeia de valor

 

Requisitos materiais

 

 

 

Positivo

 

Negativo

 

Curto prazo

 

Médio prazo

 

Longo prazo

 

 

 

 

Ambiente

 

Alterações climáticas

 

Alterações climáticas

 

0

 

1

 

1

 

0

 

0

 

0

 

0

 

Operações próprias, a montante e a jusante

 

E1-1 a E1-9

 

Economia circular

 

Redesign das embalagens para um uso mais sustentável dos recursos

 

0

 

1

 

0

 

1

 

0

 

0

 

0

 

Operações próprias, a montante e a jusante

 

E5-1 a E5-3
E5-5

 

 

Desperdício alimentar

 

0

 

0

 

1

 

0

 

0

 

0

 

1

 

Operações próprias, a montante e a jusante

 

E5-1 a E5-3
E5-5 e E5-6

Social

 

Mão de obra própria

 

Direitos laborais e condições de trabalho

 

0

 

0

 

0

 

0

 

0

 

1

 

1

 

Operações próprias

 

S1-1 a S1-11
S1-14 a S1-17

 

 

Formação e desenvolvimento dos colaboradores

 

0

 

0

 

0

 

0

 

0

 

1

 

2

 

Operações próprias

 

S1-1, S1-4, S1-5 e S1-13

 

Comuni­dades afetadas

 

Envolvimento e apoio às comunidades locais

 

2

 

1

 

0

 

3

 

0

 

0

 

0

 

Operações próprias e a jusante

 

S3-1, S3-2, S3-4 e S3-5

 

Consumi­dores e utilizadores finais

 

Inovação de produtos e serviços

 

0

 

0

 

0

 

0

 

0

 

1

 

1

 

Operações próprias e a jusante

 

S4-1, S4-4 e S4-5

 

 

Produtos a preços acessíveis

 

0

 

1

 

0

 

0

 

1

 

1

 

1

 

Operações próprias, a montante e a jusante

 

S4-1 a S4-5

 

 

Normas de qualidade e segurança de produtos

 

1

 

0

 

1

 

0

 

0

 

1

 

1

 

Operações próprias, a montante e a jusante

 

S4-1, S4-2, S4-4 e S4-5

Governo

 

Conduta empresarial

 

Práticas sustentáveis e responsáveis na cadeia de abastecimento

 

2

 

0

 

1

 

1

 

0

 

0

 

0

 

Operações próprias e a montante

 

G1-1, G1-2 e G1-6

1

Alguns dos subtópicos materiais identificados não constam formalmente no AR16 das Normas ESRS. Entre eles, destaca-se o desperdício alimentar e a inovação de produtos e serviços, que não são reconhecidos como subtópicos ESRS.

Os impactos, riscos e oportunidades (IRO) identificados abrangem dimensões ambientais, sociais e de conduta empresarial, refletindo a amplitude dos temas analisados. Entre os impactos negativos atuais, destacam‑se as emissões de gases com efeito de estufa e a geração de resíduos plásticos associados, sobretudo, às embalagens dos produtos. Relativamente aos impactos negativos potenciais, salientam‑se riscos ligados a dificuldades económicas no acesso aos produtos e eventuais quebras de confiança por parte dos consumidores nas empresas do sector alimentar.

Já os impactos positivos atuais incluem o estímulo a comportamentos mais sustentáveis nas comunidades e o reforço da responsabilidade na cadeia de fornecimento, traduzido em mecanismos de garantia de qualidade e em prazos mais favoráveis de pagamento aos fornecedores. Nos impactos positivos potenciais, evidencia‑se o fortalecimento das comunidades e a mitigação de riscos associados à segurança dos produtos, contribuindo para o aumento da confiança dos stakeholders.

No que respeita às oportunidades, destacam‑se o potencial de redução do desperdício alimentar, a melhoria do envolvimento e satisfação dos colaboradores, o reforço da formação e desenvolvimento de competências e a promoção da inovação em produtos e serviços, incluindo desenvolvimento de alternativas que respondam a novas preferências dos consumidores.

Do lado dos riscos, incluem‑se desafios relacionados com a gestão e desenvolvimento de talentos, como lacunas na formação e desenvolvimento de competências, riscos decorrentes da rápida evolução tecnológica, que pode comprometer a competitividade, bem como questões de acessibilidade económica e perceção de preço por parte dos consumidores.

Não foram identificados IRO materiais nos temas ambientais relacionados com poluição, recursos hídricos e marinhos, biodiversidade e ecossistemas. Relativamente a aspetos sociais, o exercício não revelou materialidade no tema dos trabalhadores na cadeia de valor.

O processo de identificação, avaliação e gestão de impactos e riscos de sustentabilidade encontra-se incorporado no modelo geral de gestão de riscos da empresa e contribui para a definição do perfil global de risco. Para informações detalhadas sobre a relação interdependente entre a avaliação e gestão de riscos de sustentabilidade e o modelo geral de gestão de riscos, consulte “Identificar e avaliar os impactos adversos”.

Como resultado deste exercício, foram identificados os seguintes tópicos materiais:

Nota: Temas materiais resultantes da aplicação de linha de corte.

Em resultado da análise de dupla materialidade, aqui consolidada, os dez tópicos materiais mais relevantes identificados em 2024 foram os seguintes:

  • Normas de qualidade e segurança de produtos

  • Produtos a preços acessíveis

  • Práticas sustentáveis e responsáveis na cadeia de abastecimento

  • Direitos laborais e condições de trabalho – mão de obra própria

  • Desperdício alimentar

  • Inovação de produtos e serviços

  • Alterações climáticas

  • Redesign das embalagens para um uso mais sustentável dos recursos

  • Formação e desenvolvimento dos colaboradores

  • Envolvimento e apoio às comunidades locais

Os tópicos “Normas de qualidade e segurança de produtos” e “Produtos a preços acessíveis” foram considerados os mais relevantes, tanto do ponto de vista da materialidade do impacto como do financeiro (riscos e oportunidades).

Os tópicos identificados diretamente pelos stakeholders auscultados (materialidade de impacto), e que estão incluídos na nossa matriz de dupla materialidade, são os seguintes:

  • Práticas sustentáveis e responsáveis na cadeia de abastecimento

  • Redesign das embalagens para um uso mais sustentável dos recursos

  • Formação e desenvolvimento dos colaboradores

  • Envolvimento e apoio às comunidades locais

A avaliação de risco destacou, como tendo maior potencial para ter um impacto financeiro positivo ou negativo na atividade do Grupo, os seguintes tópicos:

  • Direitos laborais e condições de trabalho – mão de obra própria5

  • Desperdício alimentar

  • Formação e desenvolvimento dos colaboradores

  • Inovação de produtos e serviços

É nossa intenção repetir esta análise a cada três ou quatro anos. Nos anos intermédios, serão conduzidas calibrações para assegurar que a análise se mantém atual.

A relação entre o modelo de negócio, estratégia e cadeia de valor, e os IRO resultantes do exercício de dupla materialidade

Modelo de negócio e estratégia

O Grupo Jerónimo Martins opera essencialmente no sector alimentar, promovendo soluções e produtos alimentares seguros, saudáveis e acessíveis através das suas Companhias e Marcas Próprias. O respeito por todos os stakeholders e o compromisso com os princípios de desenvolvimento sustentável são parte integrante da sua estratégia de crescimento e criação de valor.

Um colaborador a encher a vitrina da padaria com pães acabados de cozer (foto)

A estratégia do Grupo integra os tópicos materiais de sustentabilidade identificados acima. Estes temas orientam políticas e compromissos de curto, médio e longo prazos, pelos quais são estabelecidos programas e iniciativas que visam cumprir as metas definidas. Ao longo desta Declaração de Sustentabilidade – e na secção dedicada a cada um dos tópicos materiais identificados – é referida a estratégia do Grupo, os principais desafios e as iniciativas que estão a ser implementadas para assegurar que os IRO são devidamente abordados.

Cada impacto é descrito em função da sua relevância concreta para o negócio, refletindo dependências operacionais, sociais ou ambientais que influenciam o modo como o Grupo cria e preserva valor. Esta abordagem permite demonstrar, de forma consistente, como os impactos decorrem das características estruturais do modelo de negócio (ex., cadeias de abastecimento extensas, operações de grande escala, interação diária com milhões de consumidores) e como se relacionam com áreas estratégicas prioritárias, como qualidade e segurança dos produtos, acessibilidade alimentar, eficiência operacional, práticas responsáveis na cadeia de fornecimento e desenvolvimento das pessoas.

É ainda conduzida uma avaliação sobre os impactos e dependências para identificar os riscos e oportunidades que deles podem surgir. Impactos materiais como alterações climáticas, uso de recursos, condições laborais, confiança dos consumidores, cadeia de abastecimento ou relação com comunidades são analisados em conjunto com dependências críticas como energia, matérias‑primas, fornecedores e mão de obra própria. Esta análise permite avaliar quando, e se, um impacto se pode transformar num risco operacional, financeiro ou reputacional, e também quando pode gerar oportunidades de eficiência, inovação, reforço de competitividade ou criação de valor social. Estas práticas permitem ao Grupo tomar decisões estratégicas e operacionais que mitigam riscos materiais e, simultaneamente, captar oportunidades de ganhos de eficiência, inovação, reforço da circularidade e fortalecimento das relações com trabalhadores, fornecedores e comunidades, assegurando a resiliência sustentável do modelo de negócio no curto, médio e longo prazos. Assim, os impactos e dependências orientam diretamente a gestão dos riscos, o desenvolvimento de oportunidades no modelo de negócio e a estratégia.

Os eventuais e/ou atuais efeitos financeiros associados a estas ações (ex., transição para fontes de energia renovável, potencial custo do carbono, volatilidade das matérias‑primas, entre outros) são estrategicamente mitigados através da gestão das oportunidades de eficiência e do crescimento em novos segmentos de mercado, bem como do acesso a financiamento bancário e a potenciais instrumentos associados ao desempenho ambiental ou social. Dado que os efeitos financeiros antecipados dos IRO são um requisito das ESRS ao qual o efeito phase-in se aplica, utilizamos esta possibilidade tendo em vista a implementação contínua de uma adaptação dos nossos sistemas de controlo interno que nos levará a reportar de forma integral estes datapoints nos próximos ciclos de reporte.

1 Foram recolhidas respostas de representantes de nove grupos: colaboradores, consumidores, fornecedores e prestadores de serviços, organizações não-governamentais, instituições particulares de solidariedade social, analistas e investidores, media, associações sectoriais e seguradoras. Para mais detalhes sobre as formas como nos relacionamos com os nossos stakeholders, consulte a página “Os Nossos Públicos” no nosso website corporativo.

2 Para mais informações, consulte “Controlo Interno e Gestão de Riscos”.

3 Para mais detalhes sobre o exercício realizado em 2023, consultar o Relatório e Contas 2023.

4 Publicadas a 22 de dezembro de 2023 no Jornal Oficial da União Europeia.

5 O tópico de 2023 “Compensação e benefícios” foi integrado em “Direitos laborais e condições de trabalho – mão de obra própria” de forma a alinhar a nomenclatura com os subtópicos incluídos nas ESRS.

Dupla materialidade
Conceito utilizado no reporte de sustentabilidade que considera tanto a materialidade financeira como a materialidade de impacto de tópicos relacionados com as atividades de uma empresa. A realização de uma dupla avaliação da materialidade é obrigatória para todas as grandes empresas e todas as empresas cotadas (exceto microempresas cotadas) que divulguem informações ao abrigo da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD).
ESRS
ESRS significa European Sustainability Reporting Standards (Normas Europeias de Relato de Sustentabilidade). Estas normas fazem parte dos esforços da União Europeia para melhorar e normalizar o reporte de sustentabilidade das empresas. As ESRS fornecem diretrizes pormenorizadas para a elaboração de relatórios sobre temas ambientais, sociais e de governação (ESG), assegurando a transparência e a responsabilidade nas práticas de sustentabilidade das empresas.
Gases com efeito de estufa (GEE)
Um grupo de gases que contribui para o aquecimento global e para as alterações climáticas. O Protocolo de Quioto, um acordo ambiental adotado por muitas dos países na Convenção das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas em 1997 para travar o aquecimento global, abrange sete gases com efeito de estufa: dióxido de carbono (CO₂), metano (CH₄), óxido nitroso (N₂O), hidrofluorocarbonetos (HFC), perfluorocarbonetos (PFC), hexafluoreto de enxofre (SF₆) e trifluoreto de azoto (NF₃).

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